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Responsável pelo projeto:
Lucas Ninno Ometto
Proponente do projeto: Coletivo Quero-Quero
Este projeto apresenta o plano de criação e execução da Rádio Quero-QueroFM e o guarda-chuva
de ações derivados da atuação do coletivo.
1) Objetivos:
1.1) Geral
Criar uma rede de produção e difusão de mídias livres de Cuiabá, em que cada nó, cada agente
produtor, tenha o mesmo potencial e o mesmo alcance.
1.2) Específicos
1. Difundir e apresentar o coletivo, abrindo espaço para a adesão de novos membros e
organizações;
2. Difundir os conceitos de cultura, mídia e software livres, através dos seguintes instrumentos:
a. Da própria programação da rádio, que fomentará a produção independente de informação;
b. Oficinas de capacitação para agentes produtores de informação para mídia livre;
c. Publicações digitais;
d. Fórum on-line para discussão dos temas pertinentes;
3. Criar a Semana de Mídia Livre, que reunirá agentes e interessados no assunto/tema, para gerar contribuições no desenvolvimento da área;
4. Detectar, mapear e conectar agentes produtores de mídia livre locais, criando uma rede regional para fortalecer a produção e difusão de conteúdos;
5. Montar equipe capaz de captar patrocínio e apoio cultural, permitindo à rádio funcionar, sem fins lucrativos, de forma sustentável, independente e apartidária, potencializando a economia criativa da região.
6. Criar uma programação que privilegie a produção científica e cultural local, buscando conteúdos com os parceiros atuantes nas áreas culturais e científicas;
7. Propiciar canal para que grupos e indivíduos, componentes da diversidade cultural da região possam auto representar-se, dando voz às próprias necessidades e preferências, tanto de informação, como de entretenimento;
8. Divulgar, por meio dos instrumentos descritos no ponto 3, informações contextualizadas sobre a atual situação das concessões públicas de radiodifusão, marco regulatório da internet, direito autoral, produção em mídias livres e outros temas pouco difundidos pela na mídia tradicional;
2) Relevância Social:
A proposta descrita neste projeto visa criar a Rádio Quero-Quero, um espaço físico e virtual que abrigará grupos e coletivos já atuantes em Cuiabá e que trabalham com mídia livre - grupos de pesquisa, organizações culturais ou ambientais, ONG's... A ideia é agregar, no coletivo Quero- Quero, propostas de construção para uma rede de comunicação plural, que cumpra com os objetivos descritos acima.
O coletivo Quero-Quero reúne, inicialmente grupos de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), coletivos diversos formados por alunos desta universidade, mídias livres e outros grupos que representam a cultura local. A ideía de integrar pessoas com trabalhos tão diversos funciona como uma garantia para a representação dos múltiplos interesses e seus desdobramentos.
Cuiabá, capital do Mato Grosso, tem uma mídia tradicional formada por uma grande empresa de comunicação que detém o controle quase total das concessões públicas para rádio e teledifusão.
Ainda sim, hoje, possui redes estruturadas de produção e distribuição de informação, conduzidas por grupos autônomos, principalmente na área da cultura e do meio ambiente. Possui também algumas rádios livres e/ou comunitárias que operam em diferentes bairros da cidade. Entretanto, a falta de uma estrutura comum, ou seja, de uma rede, dificulta que esses grupos possam produzir e distribuir informação em conjunto, e assim aprofundar a reflexão sobre os eixos temáticos da Conferência Nacional de Comunicação, sem contar com a dificuldade da abertura de acesso da produção acadêmica à comunidade.
Essa é uma proposta que visa dar voz às populações étnicas, organizações da cultura alternativa e pesquisadores e acesso às tecnologias digitais e mídias sociais para a comunidade em geral. A produção livre quer reforçar as identidades locais, assunto que não interessa para as rádios e TV's de massa, até pelo processo, hoje em vigor, para concessões dessas emissoras. Defendemos o direito à transmissão por rádio-frequência e o exercício da desobediência civil, em um
posicionamento voltado para o interesse da comunidade e da sua organização. O que também significa uma programação de resgate a denúncia, com espaço aberto para a polêmica e discussão de interesse público, sem esquecer o papel de entretenimento do veículo de comunicação rádio e sua dinâmica de promoção da comunicação popular e alternativa.
A antena da rádio aqui proposta deverá ser instalada dentro do campus Cuiabá da UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso. Os bairros próximos formam um conjunto social bastante interessante, abrigando populações de todos os níveis sociais. A região é composta por bairros considerados de classe média e média alta, como o Alphaville e por periferias, como o Renascer (uma ocupação ainda não reconhecida como bairro). Ambas realidades convivem no mesmo espaço geográfico.
A UFMT também congrega uma diversidade de público, composta por estudantes, professores, técnicos, servidores e por muitos trabalhadores temporários, numa mesma instituição: pessoas de classes sociais e formações culturais diversas e até divergentes.
O coletivo Quero-Quero acredita que a instalação da antena dentro da UFMT - Campus Cuiabá pode servir como uma espécie de habeas corpus, para diminuir as chances de que o equipamento seja recolhido, uma vez que explicitaremos sempre nossos interesses na desobediência civil à favor da difusão do conhecimento e da cultura, por canais alternativos, uma vez que os canais ortodoxos e formais não conseguem realizar a tarefa de levar democraticamente o saber a todos que o desejam.
Nosso pressuposto é manter sempre aberto o acesso ao espaço de comunicação propiciado pela rádio, à novos grupos ou agentes da comunidade, para criar uma rede de comunicação, com funcionamento democrático, que abra suas portas e estimule a participação da comunidade, toda ela, indiscriminadamente, na qual está inserida, nesse caso, o entorno da UFMT.
Assim, é essencial que a Rádio Quero-Quero aproxime-se dos moradores do entorno a partir da implantação de diversas mídias. Por isso, além da emissão via rádio, realizaremos um projeto de radio web e outras mídias digitais paralelas. Também há a proposta de resgatar os jornais murais, o muralismo e a colagem de cartazes: mídias de baixo custo e fácil acesso, para permitir a distribuição das informações nessa comunidade além de funcionar como um convite a que novos
grupos venham a integrar o coletivo e assim, criaremos uma identidade coletiva, fazendo com que a rede saiba mais sobre a própria comunidade, seus anseios e suas necessidades.
3) Relevância Conceitual:
Acreditamos que existe uma série de transformações ocorrendo agora, e que não podemos ficar à margem. A chegada definitiva da sociedade do conhecimento, que toma lugar à sociedade da informação. Conhecer inclui entender e fazer, na prática. A revolução está exatamente no fato que para fazer não é necessário títulos honoríficos ou diplomas apenas obtidos em centros físicos, de acesso restritos, onde o conhecimento palpável está materializado. O conhecimento, agora, pode ser aplicado e transmitido por qualquer um que o detenha, tenha ou não credenciais oficiais para isso, sem delimitações impostas por uma ordem externa à própria ordem do mundo contemporâneo. Isso nos leva diretamente ao conceito de produção colaborativa de conhecimentos, ou seja o conceito de trabalho em rede.
O aumento da quantidade da informação e a ampliação de sua abrangência, a velocidade de disseminação dos dados, que agora podem ser produzidos e distribuídos por qualquer pessoa. Cada vez mais fácil será a aquisição dos conhecimentos e equipamentos necessários para que todos e cada um de nós, quem quer que seja, possa transformar-se em uma fonte emissora de informação. Aqui utilizamos a ideia de que a troca de experiências, de forma livre e por todas as mídias existentes é a única forma de distribuição democrática de saberes. Já não é possível acreditarmos nos conceitos ortodoxos de transmissão de conhecimentos e cultura, uma vez que se demonstraram incapazes de superar a distância entre os privilegiados culturais e os marginalizados.
Mattelart (2009) nos ensina que devemos encarar a luta pela democratização da Comunicação e que não pode haver uma sociedade do conhecimento diversificado sem um questionamento das relações entre saber e poder, e, portanto, do status a ser ocupado por todos os produtores de conhecimento. "O Direito à Comunicação é uma parte inseparável dos direitos civis e sociais. Se não forem garantidas as condições políticas e econômicas, sociais e culturais que permitem aos
seres humanos, condições de exercer aquilo que Spinoza chamou de conatus, é impossível que se chegue ao poder de transformação e de mudança que lhes permita continuar na luta pelo reconhecimento da dignidade humana de todos e de todas”.
A idéia não é nova. Desde 1996 Pierre Levy em seu famoso livro “O que é o Virtual?” nos fala de uma mudança de paradigma sobre a atuação dos emissores e dos receptores de informação.
"Como se sabe, os meios de comunicação clássicos (relacionamento um-todos) instauram uma separação nítida entre os centros emissores e receptores passivos isolados uns dos outros (...) . No ciberespaço, em troca, cada um é potencialmente emissor e receptor, num espaço qualitativamente diferenciado, não fixo, disposto pelos participantes, explorável." (LEVY, 1996). O coletivo Quero-Quero deseja, com a implementação da emissora, poder trazer a Cuiabá, ainda que seja com 14 anos de atraso, o sonho de Levy: a possibilidade de que todos e cada um de nós, possamos ser emissor e receptor ao mesmo tempo. Pensamentos convergentes sobre o direito à acessibilidade total ao conhecimento e à informação aparecem em diversas áreas, como as ferramentas digitais para a produção de conteúdos (softwares livres) e na distribuição desses conteúdos, sem as reservas autorais tradicionais, que condicionam o acesso ao saber à disponibilidade financeira (as licenças livres de publicação, ou Creative Commons). Autores como Lemos e Branco questionam sobre o verdadeiro motivo pelo qual os conteúdos ainda são resguardados com leis tão antiquadas e nada condizente com a realidade do mundo digital “Curiosamente, ainda que o sistema legal de direitos autorais seja fundado na proteção do autor, acaba na prática beneficiando o intermediário, ou seja, os editores, as gravadoras, as
produtoras de conteúdo, entre outras, uma vez que quase sempre os autores transferem a estes o direito de exploração comercial de suas obras.” (LEMOS & BRANCO, 2009).
Junto com esses autores, o coletivo Quero-Quero acredita que o uso das licenças públicas podem apresentar-se como um interessante mecanismo de difusão cultural, de tal forma que participantes desse coletivo apresentaram um artigo científico em Congresso Nacional, apoiando a disseminação do uso das licenças livres, investigando formas de potencializar seus usos e diminuir dificuldades técnicas.
Acreditamos que o dinamismo possibilitado pela internet e sua capacidade de interação entre usuários da rede está reformulando maneiras de se pensar e agir na hora de distribuir idéias e conquistar espaço. Google, Torrent, Flickr, MySpace, Orkut, Facebook, blog, Podcast são alguns poucos (pouquíssimos) exemplos de ferramentas criadas por empreendedores virtuais que possibilitam essa troca de conteúdo entre homens e mulheres que se assemelhem em algum aspecto social, artístico, etc., o conhecimento produzido por esses meios e ferramentas, não pode ser cerceado por leis antiquadas e agora sem sentido. "Compartilhamento de informação é uma característica essencial, produzir ferramentas dentro da esfera digital é também discutir como as produções artísticas educacionais se comportam nesse meio. As licenças Creative Commons dão a possibilidade de compartilhamento de conteúdo intelectual na internet sem que haja violações
aos direitos autorais" (Fernandez et al, 2009)". E é assim que a Rádio Quero-Quero vai atuar, pensando e criando em conjunto uma maneira de comunicar a realidade da comunidade que está inserida de forma aberta, compartilhável e,
principalmente, livre.
4) Aplicabilidade em Comunidades & Planetas
O projeto Rádio Quero-Quero respeita as várias características das comunidades e pode ser facilmente replicado em outros coletivos e servir de orientação para novos projetos por ser uma proposta de ação maleável que se adapta às mudanças de pessoas e grupos. Como a rádio pretende reunir (aglutinar) diferentes parceiros com diferentes objetivos, a intenção do projeto é que todos tenham voz e vez de forma igual e que se possa fazer a divulgação múltipla, cultural e
científica, passando pelo popular e o educativo. A utilização de várias plataformas e links de entrada, além de vários formatos de distribuição (blog, redes sociais, web rádio, etc.) é outro ponto positivo na hora da replicação do projeto, pois facilita a capacidade de mobilização autônoma de cada grupo, que poderá adaptá-lo conforme suas necessidades específicas.
5) Viabilidade de Execução:
O projeto aqui descrito possui viabilidade pela rede de colaboração que se construirá em sua volta e porque alguns dos pontos mais críticos de infraestrutura e pessoal já podem ser sanados pela equipe inicial.
5.1 – Pessoal
Instalado inicialmente na UFMT, o coletivo conta com estudantes e professores de diversos cursos, pessoal capacitado que pode também formar tecnicamente mais agentes. É o caso dos comunicadores, que além de auxiliarem no processo de estruturação dos conteúdos da rádio, podem realizar os cursos de capacitação em Locução, Produção Radiofônica e Produção de Jornalismo que servirão para treinar mais agentes para a operação das ações na Rádio Quero-Quero. O grupo ainda pode colaborar com a instalação e manutenção dos equipamentos em parceria com estudantes de Engenharia Elétrica. Ainda fazem parte do grupo webdesigners para a execução dos projetos on-line, programadores para o suporte e treinamento de pessoal com os softwares livres e gerentes de sistema para a infraestrutura de rede de Internet.
5.2 – Infraestrutura
Inicialmente, o transmissor e toda a aparelhagem necessária para a operação da Rádio Quero- Quero utilizarão o espaço físico da UFMT, o que garante energia elétrica, telefone e Internet de alta velocidade, já que a universidade é um dos pontos da RedeIpê e conta com a infraestrutura da RNP – Rede Nacional de Pesquisa. Este espaço físico já existe, conta com mobiliário (mesas, cadeiras, estantes, ar condicionado, etc.), computadores conectados à internet, impressora e
localiza-se nas imediações do Restaurante Universitário - região central do campus universitário da UFMT de Cuiabá. Esse espaço, hoje, é utilizado de forma coletiva por diversos grupos e é administrado pelo Movimento Panamby, um dos parceiros do projeto.
5.3 – Mobilização
A aglutinação de mais parceiros para o projeto, equipe de trabalho e envolvimento da comunidade será feita inicialmente a partir de contatos entre os proponentes deste projeto e seus parceiros, além de um diálogo constantemente aberto com coletivos em fase embrionária e com membros e lideranças da comunidade.
5.4 - Sustentabilidade
Idealmente, o projeto deseja ser autosustentável e conseguir uma sede fora da universidade. Para isso serão realizadas ações geradoras de recursos (eventos culturais, feiras e bazares) sempre com os parceiros da ação. São previstas também ações para a busca de recursos de publicidade dos órgão públicos do Estado, principalmente os de utilidade pública, que podem ter interesse na divulgação de campanhas em regiões pouco atendidas pelas mídias tradicionais, colaborando, na forma de apoio cultural, para a manutenção financeira das atividades a serem realizadas pela rádio.
6) Parcerias
Os parceiros do projeto da rádio Quero-Quero são grupos e organizações envolvidas com ações que variam entre o cunho acadêmico, popular, livre e alternativo. Os grupos aqui listados como colaboradores são aqueles que já realizaram e realizam ações conjuntas entre si e com o grupo proponente deste projeto. São coletivos com finalidades e motivos distintos, mas com formas de atuação e percepção similares no cotidiano.
É importante para a rádio formar e sustentar essas parcerias para que o avanço do projeto realmente ocorra como o planejado. Nossos parceiros têm atuações municipais, estaduais e alguns até nacionais. Isso é relevante para todo o coletivo que assim conseguirá reunir diferentes experiências de formação.
UAB UFMT
O Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) tem como prioridade a formação de educadores, por meio do estímulo à articulação e integração de um sistema nacional de educação superior, formado por instituições públicas de ensino superior, em parceria com estados e municípios brasileiros, utilizando a Educação a Distância para a veiculação dos conteúdos dos diversos cursos.
Mais: http://www.uab.ufmt.br/
ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES AÇÃO CULTURAL
A Ação Cultural - Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso - foi fundada em 2000 como uma Sociedade Civil sem fins lucrativos, com a missão de estimular, difundir e preservar manifestações artísticas do ser humano. A proposta é que por meio do desenvolvimento de projetos culturais, pesquisas e outras ações, sejam elas independentes ou em parcerias com outras entidades, se promova a materialização da identidade cultural e a melhoria da qualidade de vida do cidadão. Ao longo destes nove anos a Ação Cultural foi conquistando respeito no meio cultural e consolidou sua identidade de atuação na formação dos agentes culturais e na preservação do Patrimônio Histórico de Mato Grosso.
No estado de Mato Grosso a Ação Cultural faz o papel de Pontão de Cultura.O Pontão surge como proposta de mapear os pontos de cultura já existentes no estado, capacitar os agentes administrativos destes pontos e traçar um perfil de cada ponto a partir de orientações do Ministério da Cultura (MinC). Além disso, o Pontão é um observatório importante que vai formatar relatórios, promover pesquisas, difundir os produtos culturais de Mato Grosso, capturar e disponibilizar
conteúdos culturais por meio do site www.acaocultural.org, da revista “Pontos do Mato”, com edição trimestral, e do site www.cultura.gov.br/culturaviva, do Ministério da Cultura. O planejamento articulado, feito pelo Pontão, é importante e essencial por criar a cultura de rede entre todos os Pontos de Cultura de Mato Grosso, dando acesso e visibilidade ao restante da sociedade das ações e produtos gerados pelos mesmos.
Atualmente, a Ação Cultural está também na gestão do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso. A missão do Museu é preservar, conservar, divulgar e transmitir a memória e a história do acervo do Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, assegurando o acesso democrático ao museu e a visitação dos bens museais em exposição, por meio de políticas claras e coerentes e de ações educativas e pesquisa ao público visitante por meio de atividades de extensão cultural, numa perspectiva multidisciplinar de educação, lazer, produção e divulgação de conhecimentos.
Mais: www.acaocultural.org
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE CUIABÁ
O MISC – Museu da Imagem e do Som de Cuiabá.Inaugurado em 2006, o Museu da Imagem e do Som de Cuiabá vem somar com as diversas frentes que vêm atuando pelo desenvolvimento do audiovisual em Cuiabá. Além de ser um espaço para constituir importante acervo da história de Cuiabá, servirá como suporte também para investir em formação, editar concursos fotográficos, oficinas, mostras, exposições e outras atividades.Um lugar para a memória audiovisual da cidade.
REMTEA
A Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental (REMTEA) assemelha-se à figura mitológica de Aracne, que fia, trança e recorta um mosaico coletivo da esperança. Com encontros presenciais, promoção de eventos, participação em projetos e formulação de políticas públicas, busca o diálogo na aceitação dos diferentes. A teia weberiana é tensiva, muitas vezes, e solicita a mediação pedagógica entre seus componentes. Na trama polissêmica de sentidos, todavia, a REMTEA é
marcada pela construção de “confetos” - um espaço híbrido entre conceitos e afetos.
Mais: http://www.ufmt.br/remtea/index.htm
CUFA
A Central Única das Favelas (abreviado CUFA) é uma organização sólida, reconhecida nacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas, principalmente negros que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver. A Cufa no estado de Mato Grosso atua nos municípios de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, resa, Alta Floresta, Juara, Peixoto de Azevedo, Rondonópolis e Colider.....
Mais: www.cufa.org.br/matogrosso
FAVELATIVA
Criado em 2008, com objetivo de promover o desenvolvimento humano nas comunidades da região do bairro jd. Vitória, na periferia de Cuiabá, por meio de ações e atividades voltadas para a educação cultural, politização e a valorização do ser humano, dando-lhes oportunidade de construírem uma nova caminhada. Entre as atividades do coletivo destaca-se o projeto Carrinho do Saber, uma biblioteca móvel que circula pelo bairro distribuindo material de literatura para jovens
de todas as idades que, muitas vezes, por questões físicas de distância, não tem acesso as bibliotecas públicas da capital mato-grossense.
Mais: http://favelativa.blogspot.com/
ESPAÇO CUBO
O termo identidade é aquilo que identifica, que é idêntico, aquilo que é semelhante a outrem. Assim, a identidade do Espaço Cubo é a semelhança entre todos os envolvidos, seu pensar, seus ideais, seus planos, suas concepções de vida e ações cotidianas, tornando-se um projeto de vida para todos os envolvidos.
O Espaço Cubo tem como finalidade a democratização da cultura, entendendo cultura como termo antropológico, que é definido como tudo aquilo que o homem produz ou que faça parte da condição humana e nele está envolvido. Assim, a educação, o lazer, a arte, o labor, enfim, o meio. No contexto atual, a democratização está intrinsecamente relacionada com a expressão políticas públicas . O Espaço Cubo entende como democratizar aquilo que vem do povo, ou seja, aquilo que não é política pública para e sim políticas públicas de/para. A metodologia de trabalho adotada pelo Espaço Cubo foi a transformação diária de algumas práticas, incentivando a produção autoral, autônoma e concebendo todas as relações como parte de um todo na vida de cada um. Isso é perceptível a partir da análise das relações intersubjetivas presentes entre os agentes do Espaço Cubo.
A definição de agente aqui também se faz necessária: agente , sujeito e protagonista são sinônimos, numa concepção pautada na definição de sujeito e agente de Paulo Freire.
Quanto às práticas, são direcionadas para a auto-gestão, através do trabalho cooperativista de muitas frentes de trabalho.
Mais: http://www.espacocubo.blogger.com.br/
MOVIMENTO PANAMBY
Movimento Panamby é um coletivo autônomo formado por estudantes de graduação e pós- graduação de diferentes áreas que desenvolvem projetos de extensão culturais e ambientais de interface com a comunidade externa. O Panamby funciona de forma cooperativista, usando a moeda social Bya (trocar na língua indígena rikbaktsa) para garantir a manutenção de seus projetos e a sustentabilidade de seus membros. O grupo não tem diretoria e funciona através de
núcleos e projetos, do protagonismo que capacita, forma novos multiplicadores e não tem número limitado de vagas.
Mais: www.movimentopanamby.wordpress.com
AGÊNCIA LABORATÓRIO
A Agência Laboratório é um projeto de extensão da UFMT. Um núcleo de comunicação que se baseia nas novas tecnologias e na mídia independente para formar comunicadores. Nos preocupamos em atender demandas de outros coletivos da Universidade e da comunidade prestando serviços nas mais diversas áreas de comunicação. Nos pautamos pela construção coletiva e livre aprendizagem para desenvolver suportes de comunicação que trabalhem com a veiculação responsável de conteúdo informativo.
Mais: www.agencialaboratorio.wordpress.com
OFICINA K7
Grupo de produção audiovisual recentemente estruturado, sem fins lucrativos e que tem na livre distribuição de conteúdo seu maior princípio. Fundado por estudantes de Comunicação Social da Universidade Federal de Mato Grosso, está sempre de portas abertas e câmeras ligadas para novos correligionários. Acreditam na produção do broadcast pessoal e na desobediência civil quando tratam de descentralização de poderes comunicacionais.
CELLULA
Consiste em um grupo de jovens ativos e afins de colocar em prática a vontade de potencializar a cena Audiovisual em Cuiabá, por meio de ideias e do trabalho colaborativo tais como circuito de mostras itinerantes de filmes, criação de curtas e médias metragens, produção do festival de cinema independente e muito mais. Buscando alternativas para a sustentação e o crescimento horizontal, o Cellula une forças com grupos parceiros para a democratização de culturas e
multiplicação de células orgânicas na grande rede.
Mais: http://nucleodacellula.wordpress.com/
REVISTA GRIFO
Uma revista que se pretende ser experimental. Não sei por quê, mas a palavra experimental me sugere novidade, ou pelo menos uma ousadia capaz de produzir/criar uma novidade, o novo. Novo? Primeira dificuldade: decidir por um formato maleável. Forma pressupõe estrutura e estrutura me lembra aquelas barras de ferro que se encaixam para formar arquibancadas. Maleabilidade é uma coisa que me lembra o mole. Uma arquibancada mole desaba. Conclusão
para a primeira dificuldade: não queremos ser uma revista arquibancada. Mas estamos longe de nos considerar um apeíron pleno. Apeíron é a substância metafísica, inventada por um filósofo grego, sem forma, cor ou cheiro, origem de todas as formas, cores e cheiros. Somos pessoas, por isso constituídos por formas, cores, cheiros, crenças, historicidades, desejos, fantasias, sonhos… quanta coisa é necessária para constituir um Homem e/ou uma Mulher? Somos jovens e para os
velhos isso significa futuro. Futuro é uma coisa que a gente espera, logo, jovem é uma pessoa em fase de espera. Por alguma razão, futuro também significa uma coisa que não alcançou a perfeição. Querer perfeição é uma coisa de velho. Velhice é uma fase humana dos que já chegaram, se aposentaram e agora esperam nas praças que o jovem/futuro invente o novo. Novo?
Questões como estas estão em foco na Grifo.
Mais: www.egrifo.wordpress.com
PIXA-IN
O projeto Pixaim é coordenado pelo Núcleo Maria Maria, que reúne as mulheres da Central Única das Favelas (CUFA). Tem o objetivo de levar à vários grupos sociais, em especial às mulheres, a discussão sobre os padrões de beleza instituídos na sociedade e sua relação com as características específicas da estética dos negros. No centro da discussão está o cabelo crespo, também chamado de “Bombril” e “Pixaim”. O objetivo é oferecer elementos que permitam aos participantes questionar os padrões de beleza instituídos na sociedade e pensar sobre estética de uma forma que contraponha o pensamento hegemônico. Isso é feito por meio de oficinas de tranças afro, Teatro, Leitura e Bonecas Negras. Por outro lado, o projeto busca estimular o empreendedorismo feminino e a capacitação profissional de mulheres por meio de oficinas de tranças afro. Desta forma, leva-as a gerar renda por meio de uma atividade estética que prioriza a valorização da cultura africana.
Mais: http://www.projetopixaim.blogspot.com/
ECCO
Considerando as sensíveis transformações verificadas no mundo contemporâneo e, em particular, na América Latina, submetida a processos próprios de ocupação, crescimento, fricções socioculturais e aos processos mundiais, a partir de meados do século XX, o Programa de Pós- Graduação – Mestrado – em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO-UFMT) visa corresponder à demanda e necessidade de reflexão sobre aquilo que estamos fazendo de nós mesmos,
sistematicamente. Diagnosticar os novos modos de fazer, de pensar e de se vincular socialmente é o objetivo geral deste Programa, lembrando, com Gilles Deleuze, que diagnosticar não é “predizer”, mas estar atento ao desconhecido que bate à porta.
Mais: http://www.ufmt.br/ecco/index.htm
GRUPO DE PESQUISA MID - MÍDIAS INTERATIVAS DIGITAIS
O Grupo MID tem perfil interdisciplinar e trabalha em conexão com atividades de cunho pragmático, a partir de propostas e projetos aplicados. As pesquisas e publicações em andamento e previstas investigam temas como a hipermidiação, convergência midiática e roteirização de novas mídias. No ano de 2009 o grupo MID produziu e apresentou 2 artigos científicos: "Modelo de Produto Híbrido para Comunicação Digital On-line: Execução de Projeto para Produção
Colaborativa e Coletiva de Conhecimento" "RedeIFES: Propostas para Otimização de uma Plataforma de Compartilhamento de Conteúdo Audiovisual entre Instituições Federais de Ensino Superior" durante o XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação; e o artigo "Web Rádios de Emissoras FMs Educativas e a Interatividade com seus Ouvintes / Ciber-Usuários" no XI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste. As demais atividades continuam
buscando a confecção de uma metodologia para organizar, hierarquizar e preparar materiais audiovisuais e digitais produzidos por grupos de pesquisa ou produtores culturais vinculados à UFMT.
Mais: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=03326094ELV6GN
GRUPO DE PESQUISA EMIC - ESTUDOS DE MÍDIA E CULTURA
Os estudos deste grupo trabalha com análises das formas de comunicação, as expressões culturais e as tensões e desafios existentes nos relacionamentos entre cultura e mídia a partir de perspectivas já consagradas de estudos em comunicação, bem como de seus novos paradigmas. As repercussões de suas pesquisas têm como objetivo levantar questões relacionadas às novas formas de produção de cultura e as mudanças nos modos de relação entre mídia, massa e cultura. Estas discussões contribuem para o fortalecimento da pesquisa em comunicação, aumentam as discussões acerca de suas teorias e evidencia fenômenos relevantes na sociedade contemporânea.
Mais: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0332609LS1DNU4
CIRCUITO FORA DO EIXO
Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota desde então batizada de Circuito Fora do Eixo.
A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso à qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas. Iniciativas como o Cubo card, de Cuiabá, ou os festivais que se proliferavam em toda a rede mostraram ser possível produzir em escala auto-sustentável, pautando-se sobretudo no contato direto com produtores de outros estados, através de uma rede de informações e sob uma lógica da união de pequenos em prol de grandes ações.
Mais: http://www.foradoeixo.org.br
CENTRO DE CULTURA POPULAR - UNIDOS DO PARQUE GÉORGIA
O Centro de Cultura Popular Unidos do Parque Geórgia (CCP), fundado em Cuiabá no dia 08 de abril de 2002, foi criado a partir do projeto autônomo entre a comunidade do Parque Geórgia e estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso. Tendo como intenção criar um espaço dentro do bairro que estimule a troca de experiências e informações, possibilitando criar um local de solidariedade e confraternização.
O CCP é um espaço para o livre desenvolvimento de projetos e reuniões que estimulem a educação e cultura popular, incentivando a organização dos trabalhadores por melhores condições de vida. Os projetos desenvolvidos no CCP – Unidos do Parque Geórgia não tem fins partidários e político eleitoreiros, sendo responsáveis pelo encaminhamento do projeto as pessoas que participarem das suas reuniões.
Mais: http://centrodeculturapopular1.blogspot.com/
Mais Parceiros / Amigos / Cumplices:
Federação de Associações de Grupos de Cururu e Siriri
Museu do Centro Cultural da UFMT
Fenaj MT
Sindjor MT
RedeIFES
7) Criatividade:
A criatividade no desenvolvimento do projeto, que vem acompanhada da insistência de realização, inspiram o coletivo Quero-Quero. Mais do que sonhar, nossos membros primam pela ação de entender, realizar e distribuir, desobedecendo os obstáculos impostos pela tecnocracia. Para que consigamos nos livrar das amarras produzidas por centros de comunicação, trabalharemos em rede, horizontalmente.
Criação do Fórum On-line: Tantos grupos trabalhando em conjunto num projeto que precisa ter atenção de produção 24 horas diárias, como numa rádio livre, nos força a pensarmos estratégias de relacionamento e fiscalização uns para com os outros. Não há hierarquia no comando de poder dentro do projeto pretendido. Os grupos trabalharão em rede, de forma horizontal. Assim, surge a ideia de criação de um Fórum On-line, um canal de participação aberto, com caráter de incentivo a discussão e produção colaborativa. E ainda, a comunidade ouvinte também será sempre convidada a participar e incentivada a colaborar como fiscais de programação e conselheiros de pautas e decisões.
Espaço Físico: Para que consigamos criar entre rádio e ouvintes uma relação estreita de confiança e participação colaborativa é necessário que avancemos além da ideia de delimitação de quem são os emissores e quem são os receptores. Entretanto, mais do que podermos contar com a participação dos ouvintes pelo Fórum On-line precisamos que cada um deles sinta que o espaço físico da rádio também lhes pertence. A ideia é criar espaços de relacionamento nos arredores em que será instalada a Quero-Quero. Fomentar o comércio informal com feiras e eventos, informar sobre moedas complementares, criar e manter bibliotecas e brinquedotecas, atrair a comunidade, aproximar os parceiros e fortalecer laços.
Site de Feeds: A criação de um site que seja alimentado por feeds com informações produzidas por parceiros ao projeto rádio Quero-Quero, não só mantém um canal matriz da rádio constantemente informado como promove todos os parceiros envolvidos e empenhados.
Criação de Banco de Material Creative Commons: Reunir todo o material produzido por artistas e pesquisadores que estejam sob uma licença de código aberto, como o CC, principalmente de autores cuiabanos e mato-grossenses, mas também com espaço para produção nacional e links permanentes para grandes produções internacionais, como os sites Wiki. Dessa maneira pretende- se incentivar o registro de material intelectual autoral em licenças com intenções de livre
distribuição e finalidades colaborativas. O banco de dados CC ficará exposto e para livre consulta no site matriz do projeto Quero-Quero.
8) Pesquisa Tecnológica Envolvida
O coletivo deve funcionar como um laboratório de testes da técnica radiofônica, softwares livres, e discussão. Por contar com pesquisadores que se propõem a produzir relatos de experiência e construir uma base de dados que possa auxiliar não só todos os grupos do coletivo, mas também outros grupos de mídia livre, a pesquisa torna-se uma constante. Além da utilização de metodologias específicas para coleta e análise de dados, serão produzidas apostilas e métodos de
trabalho sobre o uso dos softwares, técnicas de difusão, direito autoral e produção coletiva e colaborativa. Os grupos de pesquisa que se envolverão neste projeto têm perfil interdisciplinar e são voltados para projetos científicos aplicáveis na prática.
Dentro da UFMT também deve se iniciar o processo de discussão da abertura da produção científica até hoje publicada apenas em revistas e periódicos que o público comum não tem acesso. Sendo uma instituição pública, financiada por dinheiro público, é dever dos pesquisadorestrabalhar pela implantação de plataformas de publicação mais abertas e mais abrangentes que os muros da UFMT.
9) Estratégias de Publicação do Conteúdo Midiático Produzido:
O coletivo proponente do projeto se compromete em criar um site matriz, que já nasce com função de reunir num só canal toda a produção que circundará a rádio. Será neste futuro endereço que ficará hospedada a versão on-line da Quero-Quero FM. Também ali, será possível pesquisar e ouvir todo o acervo dos programas. Além dos programas da rádio também será criado um canal de divulgação dos artistas autorais, comprometidos com a livre distribuição, que serão divulgados e promovidos pela rádio.
O site também terá um papel importante na formação de novos agentes contribuidores de mídias livres. Durante as etapas iniciais de planejamento serão oferecidos cursos de capacitação para os primeiros agentes da rádio Quero-Quero, ministrados por pesquisadores de comunicação e atores na cultura livre. Capacitações como cursos de locução (fono, modelo de locução, ritmo, oralidade), técnicas de gravação, edição e mixagem em produção de áudio para rádio estão no planejamento.
Apostilas e cartilhas serão elaboradas para realização destes cursos. Estes materiais serão também disponibilizados no site e serão licenciados em Creative Commons.
Para alimentar de informação o canal matriz da Rádio, utilizaremos a tecnologia de feeds, aproveitando-se assim de todo conteúdo produzido pelos coletivos envolvidos na produção. Deste modo, não só será possível ter um site constantemente atualizado como também criar mais espaços de divulgação das ações individuais de cada parceiro.
Por contar com grupos de pesquisas de ciências sociais aplicadas da Universidade Federal de Mato Grosso, a construção e elaboração de artigos científicos que tenham como finalidade o relato do processo de exploração da criação de um veiculo de comunicação livre é eminente. Grupos que serão parceiros na construção da rádio Quero-Quero, como, por exemplo, o grupo de pesquisa MID — Mídias Interativas Digitais, tem experiência na pesquisa investigativa de canais de
distribuição livre de conteúdo acadêmico. O grupo Mid no ano de 2009 produziu e apresentou em congressos nacionais três principais artigos que tinham como temas as web rádios de emissoras FM's educativas e a interatividade com seus ouvintes, a investigação de uso e otimização da plataforma de compartilhamento de conteúdo audiovisual entre Instituições de ensino superior - a RedeIFES, e a construção de forma colaborativa e coletiva de conhecimento de um modelo de
produto híbrido para a comunicação digital on-line, projeto que terá seus resultados alcançados postos em prática no ano de 2010.
As novas experiências que serão possibilitadas pela difusão de uma rádio livre serão também transformadas em artigos e compartilhadas com publicações em anais de congressos regionais e nacionais e com a comunidade por meio de palestras, oficinas e capacitações, ações essas pertinentes aos grupos de pesquisa da Universidade mato-grossense parceiras do grupo proponente.
A partir da parceria com grupos de pesquisas e com programas de graduação e pós-graduação, o grupo proponente pretende executar e distribuir e-books com o material resultante das investigações acadêmicas possíveis com a construção da rádio. Tais e-books ficarão disponíveis para livre download no site matriz. Além do material produzido pelos próprios envolvidos com a rádio em Cuiabá, serão oferecidos para leitura outros livros digitais que também estejam licenciados como copyleft.
A utilização de redes sociais na Internet terá também papel importante na promoção de ações da rádio livre. Por se tratarem de espaços que tem como raiz catalisadora a descentralização de distribuição de informação é pertinente que tenham papel importante na execução do projeto. Todas as redes que forem utilizadas pelo grupo Quero-Quero terão no site seu espaço matriz de localização. As redes sociais desempenham também um papel importante como links de entrada, funcionando como chamariz para o conteúdo principal e no envolvimento do público que poderá estabelecer um relacionamento próximo com a equipe.
10) Cronograma Aproximado de Ações:
Mês Atividade
Reunião de criação da rádio com todos os parceiros. Criação de grupos de trabalho e
1
calendário coletivo.
2
Início dos trabalhos dos GT's
2
GT Planejamento: Montar calendário de trabalho das equipes, distribuição das tarefas,
GT Pesquisa e Tecnologia: Pesquisa de softwares livre, criação de sistemas de publicação
2
online
GT Infraestrutura e Técnica: Montagem e Instalação dos equipamentos de acordo com
2
necessidades técnicas
2
GT Pesquisa Musical: Pesquisar acervo de música
3
GT Pesquisa Musical: Cadastrar acervo de música
3
GT Produção de Conteúdo: Definir grade de programação
GT Infraestrutura e Técnica: preparação e planejamento cursos de formação técnica da
3
equipe.
4
GT Infraestrutura e Técnica: montagem do estúdio
GT Relações Públicas: Contato com organizações externas, pesquisa de apoio cultural com
4
comércio local, pesquisa de verbas publicitária de órgãos públicos por campanhas de utilidade
pública,
GT Pesquisa Musical: Definir faixa de horária de acordo com os públicos, com preferência e
4
necessidade a ser determinada por pesquisa, divisão de música dentro dos blocos.
4
GT Produção de Conteúdo: Acompanhar a criação e a produção dos programas pelos grupos
envolvidos
4
GT Planejamento: cuidar da comunicação oficial do coletivo e da comunicação interna
5
Cursos de formação para agentes e equipes da rádio
5
Início da transmissão em fase experimental
GT Pesquisa e Tecnologia: registro dos produtos, manuais e cursos em Creative Commons e
5
copyleft
5
Criação do Fórum Online da Mídia Livre
6
GT Relações Públicas: Prestação de contas
9
Pré – produção da Semana da Mídia Livre
11
Semana da Mídia Livre
12
Pós-produção Semana da Mídia Livre
Avaliação das atividades da Rádio Livre nos 12 primeiros meses. Ajustes de calendário e
12
planejamento.
12
GT Relações Públicas: Prestação de contas
13
Produção de E-book sobre a experiência da Rádio Livre
13
Seleção de novos parceiros e ajustes na grade de programação.
14
GT Pesquisa Musical: Atualização do acervo de música
15
Cursos de formação para agentes e equipes da rádio
15
GT Pesquisa Musical: Recadastramento de acervo musical
16
Publicação E-book sobre experiência da Rádio Livre
19
Pré – produção da Semana da Mídia Livre
21
Semana da Mídia Livre
22
Pós-produção Semana da Mídia Livre
23
Avaliação das atividades da Rádio Livre nos últimos 12 meses.
24
GT Relações Públicas: Prestação de contas
11) Plano de Interação com Outros Grupos de Mídia Livre da Região
O projeto de criação e implantação da Rádio Quero-Quero já começa com um encontro de todos os parceiros e grupos mapeados e identificados como produtores de mídia livre. É a partir dessa união inicial de grupos e interesses comuns que a programação, política editorial e a atuação da rádio serão planejadas. Toda a participação é horizontal e toda a equipe se divide em Grupos de Trabalho com funções específicas e calendários próprios (ver Cronograma) que operam em prol de objetivos comuns. Cada grupo parceiro pode não só ter voz na montagem da programação como espaço para produzir e divulgar seus próprios conteúdos. É aqui que a auto-representação acontece.
Para que o debate sobre a mídia livre e novas formas de distribuição se amplie, será criado o Fórum On-line de Mídias Livres, um espaço virtual aberto a participação de todos. É a partir desse fórum que serão detectados os pontos mais críticos de discussão e formação e elaborada a programação da Semana de Mídia Livre. Convidados, representantes de instituições e membros da comunidade em geral vão formular propostas de ação e articular soluções e bandeiras comuns
de luta para os grupos cuiabanos de mídia livre. Todo esse contato entre pessoas e grupos favorece a troca de conhecimentos. Como todo trabalho acontece em rede é natural que as pessoas passem a compartilhar suas experiências pessoais e profissionais com o grupo, uma aprendizagem informal rica que além de conhecimento gera laços de relacionamento. É importante lembrar que mesmo incentivando esse compartilhamento serão realizados os cursos de capacitação técnica para as equipes de trabalho nas áreas de Locução (fonética, ritmo e modelos de narração), Produção Radiofônica (roteiros, produção, vinhetas) e Produção Jornalística (entrevistas, agenda setting, ao vivo)
12) Histórico de Atividades de Mídias Livres do Proponente:
Antes de se transformar no Coletivo Quero-Quero, o grupo relacionado abaixo já se uniu para a organização e participação de alguns importantes eventos de/para mídia livre.
Campus Party
Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. O encontro reúne, durante sete dias, milhares de participantes com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias. Durante uma semana, os campuseiros têm a oportunidade de participar de oficinas, palestras, demonstrações, concursos e outras atividades e de estarem inseridos num universo colaborativo e participativo, numa demonstração de que o conhecimento cresce quando compartilhado. A Caravana MT participou em 2010 com 37 campuseiros, fazendo a cobertura on-line do evento através do Twitter, Flickr e http://campuspartymt.tumblr.com/.
Semana da Comunicação
A Semana da Comunicação é um evento acadêmico e científico que aconteceu na Universidade Federal de Mato Grosso de 03 a 06 de novembro de 2009, em Cuiabá-MT. Foi realizado pelo Departamento de Comunicação Social, Centro Acadêmico e projetos de extensão e pesquisa ligados ao Curso. O tema do primeiro evento, 'CtrlC + CtrlV: a potência da cópia', foi eleito como norteador das discussões da Semana por se tratar de um assunto relevante e atual, tanto pelo seu viés prático quanto acadêmico. Atualmente, as questões relativas aos direitos autorais e à propriedade intelectual devem ser consideradas na criação e produção acadêmica, jornalística, publicitária ou de entretenimento, pois a tecnologia disponível ao mesmo tempo facilitou o acesso à informação e à cultura e permitiu a reprodução descontrolada das obras. Neste contexto também deve ser levado em conta que as licenças copyleft desempenham um papel importante na distribuição legal de conteúdos originais, porque assumem que a reprodução é realidade da sociedade contemporânea. O evento teve cobertura on-lineee feita pelos próprios estudantes,
através do site: http://cpd1.ufmt.br/il/asemana/index.php.
Equipe de Execução
Os grupos e pessoas listados aqui desenvolvem ações conjuntas e fazem parte do coletivo.
Grupo MID – Mídias Interativas Digitais
Projetos de Pesquisa e Extensão Universitária 2009 – já concluídos
1 - Interatividade e mídias digitais, audiovisuais e sonoras
Este projeto utiliza as linguagens das mídias digitais, audiovisuais para democratizar e disseminar
conhecimento em mídias digitais, sendo esta a RedeIFES. Ela serve para a construção
colaborativa de conteúdos audivisual. O projeto tem por objetivo disponibilizar os materiais
multimídia da UFMT. Incluir-nos na RedeIFES significa participar ativamente na construção coletiva
de conhecimentos e nos seguintes propósitos: pesquisa dos modelos de compactação de vídeo
adequados ao tráfego em infovia; desenvolvimento de protótipos para intercâmbio multimídia;
implantação de um sistema digital de permuta para programas de rádio e TV das IFES; interligação
às IFES em uma rede de busca e permuta de programas para rádio e TV; agregar-se às demais
Universidades Públicas brasileiras em uma rede pública nacional de rádio e TV; participar da
distribuição de aplicativos web/multimídia, participar do desenvolvimento da agência virtual de
notícias das IFES; e auxiliar no fomento da criação de novas rádios e TVs nas universidades
públicas. Sendo o objetivo central da RedeIfes disseminar os conteúdos e programas
desenvolvidos pelas universidades federais, oferecendo visibilidade às instituições e favorecendo a
democratização da informação.
Bolsistas de Extensão: Maurício Falchetti, Sara Naftali dos Santos Cardoso Silva. Participantes:
Andrea Ferraz Fernandez, Felipe de Almeida Malvezzi, Marcelo Ricardo Miranda Espindola, Moacir
Francisco de Santana Barros
2 - Ciclo de Estudos em Comunicação Científica
O Curso 'Ciclo de Estudos em Comunicação Científica' pretende ofertar um espaço de extensão do
processo pedagógico aos discentes do curso de Comunicação Social da UFMT. Sob orientação do
professor responsável, os alunos poderão participar de processos de construção coletiva do
conhecimento, seja a partir do estudo de autores determinados, seja pelo treino em leitura de
textos científicos, a partir das aulas e explicações ministradas pelo professor e/ ou convidados. Os
discentes do curso de Comunicação Social da UFMT, Campus Cuiabá, manifestaram o interesse
em aprofundar o conhecimento na área da iniciação científica.
Pessoas envolvidas no Projeto: Aliana Camargo, Andréa Ferraz Fernandez, Camila Rosa de
Jesus Carvalho, Christine Strussmann, Cristiano Maciel, Elmo Batista de Faria, Evelin Neves de
Macedo, Felipe de Almeida Malvezzi, Igor Luciano de Oliveira, Jadde Auxiliadora de Amorim, Jane
Vignado, Juliana Bino do Nascimento, Juliana Vignado, Laura Conceição Gonçalves da Silva,
Lorrânia Viana Chaves, Marcelo Ricardo Miranda Espindola, Mateus Borges Santiago, Mauricio
Falchetti , Naiara Cristina Gonçalves Rocha, Náyady Karyze Oliveira Nunes da Silva, Patricia
Cristiane de Souza, Paula Fernanda Souza Ruhling, Priscilla de Souza e Silva, Rafaela Almeida de
Souza, Renan Marcel Santos Silva, Sara Naftali dos Santos Cardoso Silva, Silvia M. Prado, Talyta
Louise Todescat Singer, Vitor Busnardo Torres Teixeira, Viviene Lozi Rodrigues, Waldecir Ortega,
Willian Monteiro
3 - Interatividade e Mídias Digitais, Audiovisuais e Sonoras
É possível observar que as características dos novos sistemas de comunicação digital ainda não
são suficientemente conhecidas. Faz-se necessário o desenvolvimento de estudos e pesquisas
que possibilitem a compreensão dos termos e objetos aqui dispostos, para a construção desse
novo corpo de conhecimento. Assim, propõe-se um projeto de pesquisa que permita a elaboração
de conceitos técnicos e teóricos, aplicáveis às especificidades regionais e contemporâneas, que
culmine na proposição de um modelo de comunicação para a produção de mídias digitais
interativas. À partir dos âmbitos de estudo acima descritos, este projeto objetiva abordar as
possibilidades de comunicação e construção e aprendizados coletivos das mídias digitais
interativas, observáveis hoje apenas com a Internet, mas que tendem a se multiplicarem com a
implantação e utilização massiva do Rádio e da TV Digital:
1. Conhecer, explorar e promover a divulgação do conhecimento sobre as linguagens das mídias
digitais, audiovisuais, em combinação com a utilização da rede telemática
2. Atualizar e descrever as características, em contínua alteração, do usuário das mídias digitais,
ou “leitor imersivo”
3. Propor modelos de comunicação para as mídias interativas digitais para mídias híbridas
Pessoas envolvidas no Projeto: Aliana Camargo, Andréa Ferraz Fernandez, Celly Alves Silva,
Christine Strussmann, Cristiano Maciel, Elmo Batista de Faria, Evelin Neves de Macedo, Felipe de
Almeida Malvezzi, Francisco Krauss Neto Rádio e Tv, Igor Luciano de Oliveira, Jane Vignado,
Juliana Bino do Nascimento, Juliana Vignado, Lorrânia Viana Chaves, Marcelo Ricardo Miranda
Espindola, Marcus Aurélio de Barros Junior, Mateus Borges Santiago, Mauricio Falchetti, Mauricio
Jose Mota Comunicação Social, Náyady Karyze Oliveira Nunes da Silva, Patricia Cristiane de
Souza, Priscilla de Souza e Silva, Rafaela Almeida de Souza, Renan Marcel Santos da Silva, Sara
Naftali dos Santos Cardoso Silva, Silvia M. Prado, Talyta Louise Todescat Singer, Vitor Busnardo
Torres Teixeira, Viviene Lozi Rodrigues,
Willian Monteiro
Projetos em Andamento
4 - Modelo de produto híbrido para comunicação digital on-line: execução de projeto para produção
colaborativa e coletiva de conhecimento
O projeto investiga um modelo de produto híbrido de comunicação digital destinado a publicação
de conteúdos científicos, informativos e/ou de entretenimento on-line Diante da realidade que
demonstra que não existe um espaço que possibilite o encontro dos usuários da informação digital,
que ora são produtores e ora são consumidores de informação na UFMT. O modelo busca os
atributos da interatividade dentro da perspectiva da construção coletiva e colaborativa de
conteúdos entre autores que não se conheçam, mas tenham interesses comuns. Encontra-se
disponível na Internet uma quantidade enorme de material publicado sobre interatividade e modos
de produção colaborativa em repositórios de revistas científicas na área da Comunicação e
Ciências da Informação e em sites de grupos de pesquisa; mas, em sua maioria, os artigos têm
formato PDF, situação que em si mesma demonstra a contradição entre a prática e a teoria no
campo da interatividade.
Pessoas envolvidas: Talyta Louise Todescat Singer, Vitor Busnardo Torres Teixeira, Andréa Ferraz
Fernandez, Christine Strussmann, Cristiano Maciel, Elmo Batista de Faria, Jane Vignado, Marcelo
Ricardo Miranda Espindola, Mauricio Falchetti, Patricia Cristiane de Souza, Silvia M. Prado, Willian
Monteiro
5 - Curso EaD “Promovendo a Diversidade com Ferramentas e Mídias Digitais”
Esta proposta pretende o desenvolvimento e disseminação de metodologias educacionais para a
inserção dos temas da diversidade no cotidiano das salas de aula. O objetivo primordial desse
curso é instruir e treinar os professores da rede pública da educação básica na utilização de
ferramentas e mídias digitais para que possam utilizá-las na construção de material didático, dentro
da temática “Diversidade”. Assim, com foco no estudo dos processos interativos, a tendência para
a aplicação das ferramentas de comunicação busca disseminar novos produtos e tecnologias
digitais para a população em geral, especialmente àquelas relacionadas à educação. Tal iniciativa
visa diminuir as diferenças sociais, à partir da integração completa dos segmentos sociais, na
chamada sociedade da informação.
Pessoas envolvidas nesse Projeto: Andréa Ferraz Fernandez, Débora Tavares, Diego Lima,
Marcelo Ricardo Miranda Espindola, Paulo Rocha, Rafaela Almeida de Souza, Talyta Louise
Todescat Singer, Vitor Busnardo Torres Teixeira
6 - Conhecimento além da escola e dos muros da UFMT
Descentralizar o saber relacionado às mídias digitais, levando o conhecimento prático às
comunidades de jovens de Mato Grosso, relacionadas aos pontos de cultura do estado. Este é o
objetivo primordial dessa proposta, que prevê, em parceria com o próprio Pontão Aça o Cultural e a
emissora Uniderp FM, desenvolver propostas pertinentes a temática das novas tecnologias de
comunicação. As ações serão coordenadas pelos membros do pontão e pela Prof.ªDrª Andréa
Ferraz Fernandez, líder do núcleo de pesquisas digitais, o MID – Mídias Interativas Digitais, da
UFMT. O projeto 'Conhecimento além da escola e dos muros da UFMT' deseja fortalecer o
protagonismo juvenil, empoderamento social e o desenvolvimento pessoal e social de jovens. A
idéia recebeu o apoio do Ministério da Cultura, sendo o único projeto aprovado no estado de Mato
Grosso. O programa está possibilitando uma parceria inédita no estado, uma vez que Pontão de
Cultura tem como parceiro o grupo de pesquisa MID - Mídias Interativas Digitais, da Universidade
Federal de Mato Grosso (UFMT), coordenado pela professora Andrea Ferraz.
Bolsistas de Extensão: Igor Luciano de Oliveira, Rafaela Almeida de Souza, Vitor Busnardo
Torres Teixeira, Willian Monteiro. Pessoas envolvidas no Projeto: Andrea Ferraz Fernandez,
Marcelo Ricardo Miranda Espindola, Sara Naftali dos Santos Cardoso Silva, Viviene Lozi Rodrigues
7 - Novas mídias e nutrição:uma proposta de intervenção na comunidade
Esse projeto pretende constituir-se em um meio de divulgação de informações do campo do
conhecimento NUTRIÇÃO E SAÚDE para a comunidade. Para tanto, serão utilizados dois canais
de difusão: o canal da TVU - UFMT e a página WEB da UFMT. Os conteúdos serão produzidos por
alunos dos cursos de Comunicação Social e Nutrição, sob supervisão de professores de ambos
departamentos da U.F.M.T. É prevista a extensão informativa dessa ação com a postagem de
conteúdos complementares e geração de outros recursos midiáticos digitais na página WEB da
UFMT. Com esse projeto temos o objetivo de difundir informações corretas e úteis para a
promoção da saúde e prevenção de doenças relacionadas a alimentação e nutrição.
Bolsistas de Extensão: Karina Peloi Bocchese, Renan Marcel Santos da Silva, Talyta Louise
Todescat Singer. Pessoas envolvidas: Andrea Ferraz Fernandez, Benedito Dielcio Moreira, Marcelo
Ricardo Miranda Espindola
Andrea Ferraz Fernandez
É doutora em Ergonomia da Informação, pela Universitat Politecnica de Catalunya - Espanha
(2002). É também Bacharel em Jornalismo, pela Universidade Metodista de São Paulo (1991) e
Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1999). Atualmente é
professora Adjunta I da Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, lecionando no Programa de
Pós-Graduação de Estudos de Cultura Contemporânea e no Curso de Comunicação Social.
Realiza atividades como Avaliadora do SINAES, Consultora Ad Hoc para a FAPEMAT - Fundação
de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso e Membro do Comitê Científico da SBPC - Sociedade para
o Progresso da Ciência. É líder do grupo de pesquisa MID Mídias Interativas Digitais, registrado no
CNPq. Com o grupo MID desenvolve atualmente o projeto Modelo de Produto Híbrido para
comunicação digital on-line , aprovado no edital Proext 2009 e, financiado pelo MEC. Tem
experiência na área de Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: mídias digitais,
sonoras e audiovisuais.
Marcelo Ricardo Miranda Espindola
Possui Graduação em Comunicação Social pela UCDB - Universidade Católica Dom Bosco,
Especialização em Imagem e Som pela UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e
Mestrado em Ciências da Informação pela UnB - Universidade de Brasília. Atualmente leciona no
curso de Comunicação Social da Universidade Anhanguera/Uniderp e no Centro Universitário
Anhanguera de Campo Grande. Coordena desde 2005, ano de sua implantação, a rádio 103,7
Uniderp FM, emissora educativa da FMB - Fundação Manoel de Barros, em Campo Grande - MS.
É Músico. Com o pseudônimo Celito Espindola assina canções autorais, gravações de CDs ,
produções e apresentações de shows, direção de VTs e filmes documentários. Atua como produtor
e diretor de conteúdos e de programas televisivos e radiofônicos na Empresa de Rádio e TV
Educativa de Mato Grosso do Sul. Tem experiência em comunicação audiovisual e sonora,
convergência tecnológica, mídias digitais e comunicação da informação, com ênfase na
hipermidiação de conteúdos Web.
Débora Cristina Tavares
Professora Doutora do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Mato Grosso.
Líder do Grupo de Pesquisa - EMIC Estudos de Mídia e Cultura e Diretora Regional da
POLITICOM - Sociedade Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais de Comunicação e
Marketing Político.
Talyta Louise Todescat Singer
Integrante do Grupo MID, trabalha com a criação de uma plataforma de publicação científica on-
line e acredita na cultura livre e na ciência livre. Trabalhou de 2006 a 2007 no Espaço Cubo nos
núcleos de produção de eventos e atendimento mantendo contatos próximos com diversos grupos
da cultura urbana local. Faz parte do corpo editorial da Revista Grifo e coordena toda a
comunicação do Panamby desde 2007, grupo que está em fase de reestruturação e deve lançar
seus novos veículos de comunicação em breve. Atualmente presta serviços de comunicação para
artistas independentes, como o Grupo Triêro (www.triero.wordpress.com), Cia Volta Seca
(www.ciavoltaseca.wordpress.com).
Cristiane Guse Fronza
Aluna do sétimo semestre de jornalismo da UFMT, integrante do NECOIJ, Núcleo de Estudos
Comunicação Infância e Juventude (http://cpd1.ufmt.br/necoij/). Já participou de oficinas de
audiovisual, tais como Oficina de Roteiro, ministrada pela diretora, Betse de Paula, no
Cineamazônia 2006, Porto Velho-RO (http://www.youtube.com/watch?v=yTGzVfli9PU), da Oficina
SEDA,
ministrada por
Christian
Caselli,
em dezembro
de
2007,
Cuiabá-MT
(http://www.youtube.com/watch?v=6-1jNdosbBo) e da Oficina de Fotografia Documental, com
Felipe Malvezzi, realizada na Semana da Comunicação da UFMT (http://www.youtube.com/watch?
v=x-pVI_5G0qs). Trabalhou em 2008 no Espaço Cubo (Grito Rock e Calango). Atualmente é
também integrante do Coletivo Quero-Quero. Twitter: @crisguse.
Vitor Busnardo Torres Teixera
Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso e aluno do
programa de Pós-graduação Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO) também da UFMT.
Integrante pesquisador do grupo MID, trabalha, principalmente, com análise de redes sociais na
Internet, livre distribuição de conteúdo digital e criação colaborativa de material intelectual mediada
por computador. Produziu e publicou artigos científicos com temas abordados como a Otimização
da Plataforma de compartilhamento de Conteúdo Audiovisual entre IFES e sobre a inserção de
Veículos de Comunicação de Massa em Redes Sociais na Internet. Designer por paixão, é
diagramador da Revista Grifo e já colaborou com a produção de artes gráficas com os coletivos
Movimento Panamby, Agência Laboratório, Espaço Cubo, Cufa, Favelativa, Cellula entre outros.
Jonathan Cesar Farias Bezerra
Estudante de Desenvolvimento de Sistemas Para Web do Instituto de Tecnologia de Mato
Grosso(IFMT) e aluno do curso Comunicação Social Habilitação Radialismo pela Universidade
Federal de Mato Grosso(UFMT), ex-estagiário da UAB-CEFET-MT, já ministrou mini-curso J2me no
evento Social Day pelo IFMT, faz parte do grupo Porrolho aonde desenvolve um podcast de música
que pode ser acessado no seguinte blog www.porrolho.com/blog.
Lucas Ninno Ometto
Estudante de Jornalismo, mantêm dois blogs, um sobre as viagens que faz
(www.botasdevento.com) e outro de crônicas (www.solnalaje.blogspot.com). Também é fotógrafo
amador, mantém um flickr (flickr.com/lucasninno) e já trabalhou como técnico de som em um centro
cultural da capital mato-grossense. Busca um meio de trabalhar com jornalismo de forma livre e
independente. Twitter: @lucasninno
Bibliografia
Fernandez, A. F., Espindola M., Teixeira, V. B. T., Falchetti, M. RedeIFES: Propostas para
Otimização de uma Plataforma de Compartilhamento de Conteúdo Audiovisual entre
Instituições Federais de Ensino Superior. Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos
Interdisciplinares da Comunicação XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação –
Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009
Ilza Girardi, Rodrigo Jacobuc. Org: Bruno Lima Rocha at al. Para Fazer Rádio Comunitária com C
maiúsculo, Porto Alegre: Revolução de Ideias, 2009.
LEMOS R., BRANCO JUNIOR, S.V. Copyleft, Software Livre e Creative Commons: A Nova
Feição dos Direitos Autorais e as Obras Colaborativas. Centro de Tecnologia e Sociedade da
Fundação
Getulio
Vargas,
Rio
de
Janeiro,
2009.
Disponível
em:
< http://virtualbib.fgv.br/dspace/handle/10438/2796> . Último acesso: 28/02/2010.
LEVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed 34, 1997.
LEVY, P. O que é o virtual? São Paulo, Ed. 34, 1996.
MATTELART, A.. A construção social do direito à Comunicação como parte integrante dos
direitos humanos. Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, v. 32, n. 1,
2009..

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